Como a cultura organizacional se reflete na comunicação interna

A frase de Peter Drucker, “a cultura come a estratégia no café da manhã”, continua a ressoar no mundo corporativo. Mas, para nós, essa ideia só faz sentido quando a comunicação interna é convidada para a mesa. A cultura de uma empresa não é imposta; ela é vivida no dia a dia, em cada interação, em cada mensagem trocada. Por isso, a comunicação interna é o espelho que reflete ou, em alguns casos, contradiz a verdadeira essência da marca.

Um estudo sobre o setor moveleiro, por exemplo, revelou que a comunicação “face a face” era a mais importante e que a cultura era vivenciada de forma implícita nas falas e nos comportamentos. Isso mostra que, mais do que comunicar o que a cultura “deveria ser”, é a forma como a empresa se comunica que revela sua verdadeira essência.

Quando a comunicação e a cultura andam juntas

Uma comunicação interna só é eficaz quando é um reflexo genuíno da cultura. O resultado? Um ambiente com mais engajamento e senso de pertencimento. Na prática, isso acontece de várias formas:

  • Da Visão Estratégica ao Diário: A cultura não pode ser um conceito abstrato. Nossa comunicação tem o papel de traduzir a visão em uma linguagem acessível, mostrando como cada valor se traduz em atitudes reais. Quando uma empresa se compromete com a diversidade, por exemplo, a comunicação deve ir além dos cartazes coloridos, letrando e ouvindo as pessoas, como vimos em projetos premiados.
  • Liderança como Porta-Voz e Exemplo: Os líderes são o principal canal de comunicação e a forma como eles se comunicam é como a cultura se torna viva. Quando a liderança é transparente, acessível e valoriza o feedback, ela constrói uma cultura de confiança. Em contraste, a falta de alinhamento entre o que se diz e o que se faz é o que mais enfraquece a cultura.
  • A Comunicação como Canal de Escuta: Uma cultura forte não se sustenta sem diálogo. A comunicação interna precisa ser um espaço de escuta ativa, permitindo que as pessoas expressem suas ideias e contribuam. Essa prática não só gera pertencimento, mas também mostra que a empresa valoriza a voz de todos.

O risco da contradição

O maior risco é quando a comunicação contradiz a cultura. Se a liderança fala em transparência, mas não compartilha informações, ou se a empresa diz valorizar os funcionários, mas não os inclui nas discussões, a narrativa se perde. Afinal, como dizem as fontes, “quanto maior for a distância entre o que a empresa diz ser e o que realmente é, menos orgulho o colaborador terá de pertencer a ela”.

A comunicação interna deve ser o reflexo autêntico da cultura, não um marketing bem-sucedido. É o meio pelo qual a empresa se mantém coerente, conectando o discurso com a vivência diária de seus colaboradores e, assim, fortalecendo o senso de pertencimento e o orgulho de fazer parte.

A Matilda acredita na transformação

Em uma cultura em que a comunicação e a ação andam de mãos dadas, cada conquista é um compromisso coletivo. Na Matilda, acreditamos que a comunicação é a ferramenta mais poderosa para alinhar o discurso com a prática, transformando o ambiente de trabalho e fortalecendo o senso de pertencimento.

Se a sua empresa deseja construir uma cultura forte e viva, que se reflete na comunicação e no dia a dia, a Matilda é a sua parceira ideal. Vamos conversar sobre como podemos impulsionar a cultura, o orgulho de pertencer e os resultados do seu negócio?

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